10/02/2014
ATIVISTA LIGA ATAQUE DE CINEGRAFISTA A FREIXO


ATIVISTA LIGA ATAQUE DE CINEGRAFISTA A FREIXO - IMAGEM 1


Em entrevista ao "Fantástico", da Rede Globo, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) negou qualquer ligação com os autores do ataque com rojão a Santiago Andrade, cinegrafista da TV Bandeirantes, na última quinta-feira; em nota, ele disse que acusação é ‘irresponsável e leviana’ e, no Twitter, afirmou que o advogado de tatuador Fábio Raposo defendeu acusado de comandar milícias citado durante CPI presidida pelo próprio Freixo
10 DE FEVEREIRO DE 2014 ÀS 05:36

247 – A defesa de Fábio Raposo, detido por ter passado rojão que atingiu cinegrafista em manifestação dos Black Blocs, envolveu o nome do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) no caso.

A suspeita de ligação de Freixo com os autores do ataque foi levantada pela ativista Elisa Quadros, conhecida como Sininho, em ligação ao estagiário de direito Marcelo Mattoso, que trabalha na defesa do tatuador, com o advogado Jonas Tadeu Nunes.

Em entrevista ao programa "Fantástico", da Rede Globo, o deputado negou qualquer envolvimento com rojão a Santiago Andrade, cinegrafista da TV Bandeirantes, na última quinta-feira. Andrade está internado em estado grave no Hospital Souza Aguiar, no centro do Rio de Janeiro. Freixo confirmou que recebeu uma ligação de Elisa, para que ele acompanhasse a situação de Fábio Raposo para evitar possíveis tentativas de tortura. No entanto, nega conhecer Raposo ou o autor do ataque.

Ele também divulgou nota dizendo que a acusação “é irresponsável e leviana”. No Twitter, o deputado afirmou que o advogado Jonas Tadeu Nunes defendeu o miliciano e ex-deputado estadual Natalino José Guimarães, que foi citado na CPI das Milícias, presidida em 2008 pelo próprio Freixo.

Leia a mensagem de Marcelo Freixo na íntegra:

“Segundo a matéria, uma ativista teria ligado para o estagiário do advogado de Fábio Raposo e dito que o responsável por acender o rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade é ligado a mim.

Além de a fonte da informação ser de uma fragilidade absurda e de a própria ativista negar ter me associado ao ocorrido, nenhuma prova concreta foi apresentada. Aqueles que afirmarem que o responsável pela explosão é ligado a mim terão que provar. Caso contrário, serão devidamente processados.

Sempre repudiei a violência nos protestos, seja ela praticada por manifestantes ou policiais. Discordo dela como princípio e como método para conquistar qualquer coisa.

As investigações sobre essa tragédia apenas começaram e é triste ver que um assunto tão importante e delicado é tratado com tamanha irresponsabilidade. A quem interessa transformar uma informação tão frágil num acusação tão grave?"

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