15/04/2014
E MARINA DISSE SIM. SERÁ QUE AGORA EDUARDO DECOLA?


E MARINA DISSE SIM. SERÁ QUE AGORA EDUARDO DECOLA? - IMAGEM 1


Após noivado cercado por diferenças nas montagens das chapas estaduais, união ente Eduardo Campos e Marina Silva resiste dentro do PSB; em Brasília, ex-senadora Marina Silva lançou o ex-governador de Pernambuco à Presidência e a si mesma como vice na chapa; "Estamos aqui para anunciar a nossa pré-candidatura. Eduardo para presidente da República Federativa do Brasil e eu, vice", discursou; Eduardo Campos voltou a criticar as políticas do governo da presidente Dilma Rousseff e disse que "mais do que um gerente, o Brasil quer uma liderança"; apesar de divergências, aliança entre os dois líderes se manteve inabalada no PSB; tendência agora é ambos acentuarem oposição ao governo
14 DE ABRIL DE 2014 ÀS 17:50

247 – Marina Silva disse "sim" nesta segunda-feira a Eduardo Campos após um noivado cercado por diferenças nas montagens das chapas estaduais. Durante evento no Hotel Nacional, em Brasília, coube à ex-senadora oficializar a candidatura do ex-governador de Pernambuco à Presidência e lançar ela mesma como vice na chapa. "Estamos aqui para anunciar a nossa pré-candidatura. Eduardo para presidente da República Federativa do Brasil e eu, vice", discursou Marina.

A ex-ministra chorou logo no início de sua fala, ao citar seu pai, presente no encontro. Durante o discurso, citou também os senadores Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Pedro Simon (PMDB-RS) e Cristovam Buarque (PDT-DF) como parlamentares que representam um legado de coerência. Ironizou o ex-presidente Lula, de quem participou da equipe de governo como titular da pasta do Meio Ambiente, ao declarar que aprendeu no passado com pessoas como Leonardo Boff e Lula. "O Lula lá de trás", ressaltou.

"Me sinto feliz em estar aqui para dar um passo tão importante em nossa história", afirmou ainda a ex-senadora. "Quando negaram o direito da Rede de participar das eleições, nos abençoaram com a possibilidade de caminharmos juntos", acrescentou Marina, em referência a seu partido, que não pôde ser registrado a tempo de lançar candidaturas para a eleição de 2014.

Ela rebateu críticas sobre a viabilidade da chapa formada por ela e Campos. Mesmo depois da aliança, o presidente do PSB não decolou nas pesquisas. A expectativa dos socialistas era de que o ex-governador recebesse a transferência de votos da líder da Rede. "O ser humano vive no gerúndio. Se perguntarem está tudo caminhando na aliança, responderemos: estamos caminhando. Está dando certo?Está dando. Se deu certo, tem que virar a página", ressaltou Marina.

Em seu discurso, Eduardo Campos voltou a criticar as políticas do governo da presidente Dilma Rousseff e disse que "mais do que um gerente, o Brasil quer uma liderança". "Esse [o da aliança com a Rede] não foi o caminho mais cômodo para que pudéssemos trilhar. Se quiséssemos o remanso, o caminho seria outro, (...) mas esse é o caminho para contribuir para o Brasil. O Brasil não poderia ficar sem alternativa, precisava ter a opção de ir à frente", afirmou.

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