10/07/2014
DEFESA DE CALMON DE SÁ VAI RECORRER DE PRISÃO


DEFESA DE CALMON DE SÁ VAI RECORRER DE PRISÃO - IMAGEM 1


A defesa do ex-presidente do Banco Econômico, Ângelo Calmon de Sá, já prepara recurso para recorrer ao STJ de decisão que condenou o ex-banqueiro baiano à prisão e a pagamento de multa por evasão de divisas e fraude contra o sistema financeiro; a 3ª turma do TRF da 1ª Região condenou o empresário a pena de sete anos de reclusão em regime semiaberto; seu advogado, Sebastian Mello, disse que estava confiante na manutenção da sentença de primeiro grau, que absolveu o banqueiro, e que a revisão da decisão "foi uma surpresa"
10 DE JULHO DE 2014 ÀS 11:22

Bahia 247 - A defesa do ex-presidente do extinto Banco Econômico, Ângelo Calmon de Sá, já prepara recurso para recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) de decisão que condenou o ex-banqueiro baiano à prisão e a pagamento de multa por evasão de divisas e fraude contra o sistema financeiro.

A 3ª turma do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região condenou Calmon de Sá por unanimidade na terça-feira (8) a pena de sete anos de reclusão em regime semiaberto.

Ex-vice-presidente do Econômico, José Roberto Davi de Azevedo também foi condenado. Pena dele é de oito anos e dois meses de reclusão em regime fechado e multa, pelos mesmos crimes. O banco está em processo de liquidação extrajudicial desde 1996.

O advogado de Calmon de Sá, Sebastian Borges de Albuquerque Mello, informou que ainda não teve acesso a integra da decisão e que vai recorrer aos tribunais superiores, conforme matéria do jornal Folha de São Paulo. Mello afirmou que estava confiante na manutenção da sentença de primeiro grau, que absolveu o banqueiro, e que a revisão da decisão "foi uma surpresa".

A 3ª Turma do TRF concluiu que "ambos praticaram dolosamente manobras fraudulentas, na gestão do Banco Econômico, constitutivas de crimes contra o sistema financeiro nacional, levando o banco à falência".

Segundo o relator do processo, desembargador Ney Bello, "a conduta dos réus gerou prejuízos para acionistas, correntistas e para o Banco Central do Brasil".

Uma empresa estrangeira controlada pelo banco atuou irregularmente como instituição financeira no Brasil, de acordo com o Ministério Público Federal. Órgão diz ainda que a empresa foi criada "com o intuito de efetuar operações fraudulentas, registrando movimentações bilionárias a partir de 1994".

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